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Archive for the ‘Construções Sustentáveis / Sustainable Constructions’ Category

AQUA: primeiro referencial técnico brasileiro para construções sustentáveis.

construções sustentáveis / sustainable constructions


Inspirado no selo francês HQE, o AQUA – Alta Qualidade Ambiental foi desenvolvido pelos professores da Escola Politécnica e pode ser lido na íntegra no site da GEA Construction - Global Environmental Alliance for Construction -, uma associação voltada para o compartilhamento de informações e conhecimento científico entre países que, além do Brasil, inclui França, Itália e Líbano, entre outros. A idéia de elaborar um referencial técnico brasileiro surgiu a partir do projeto de pós-doutoramento de Ana Rocha Melhado e acabou se tornando um convênio internacional. Manuel Carlos Martins, coordenador executivo do AQUA, explica a escolha pelo modelo francês: “Os franceses estão bem avançados em termos de certificação para construções sustentáveis, então pegamos o processo amadurecido. Além disso, a França tem uma história de parceria com a Poli e se dispôs a abrir todo o seu trabalho para que pudéssemos aproveitá-lo. A Europa é mais abrangente e profunda em questões ambientais e nossa identificação foi maior com eles”.

AQUA
As preocupações com os impactos ambientais gerados pelos edifícios, durante as fases de planejamento e construção, ou durante a operação, são cada vez maiores. Tanto que já existem vários selos internacionais para verificar os recursos consumidos, as emissões de carbono e os resíduos gerados pelas edificações, bem como o conforto e a saúde das pessoas que convivem ali. Para isso, é feita uma avaliação sobre o grau de sustentabilidade dos edifícios, baseada em critérios específicos de cada selo. O AQUA é o primeiro selo que levou em conta as especificidades do Brasil para elaborar seus 14 critérios – que avaliam a gestão ambiental das obras e as especificidades técnicas e arquitetônicas. São eles:

Eco-construção

  • relação do edifício com o seu entorno;
  • escolha integrada de produtos, sistemas e processos construtivos;
  • canteiro de obras com baixo impacto ambiental.

Gestão

  • da energia;
  • da água;
  • dos resíduos de uso e operação do edifício;
  • manutenção: permanência do desempenho ambiental.

Conforto

  • higrotérmico;
  • acústico;
  • visual;
  • olfativo.

Saúde

  • qualidade sanitária dos ambientes;
  • do ar;
  • da água.

“A certificação é uma ferramentas que garante credibilidade à obra. Trata-se de uma assinatura verde para o mercado, e é atraente para banqueiros e construtoras”, comenta Patrick Nossent, presidente da Certivéa, certificadora francesa.

Segundo ele, não existe um limite de sustentabilidade para a construção. O certificado demonstra o desempenho do edifício e os esforços feitos para a redução do consumo de água, energia, CO2 e matérias primas, e para o aumento da qualidade de vida das pessoas envolvidas.

vantagens de um diferencial brasileiro

Alguns empreendimentos brasileiros, com o objetivo de obter condições de concorrer internacionalmente, vem adquirindo, nos últimos anos, o certificado norte-americano do Green Building Council (LEED – Leadership in Energy and Environmental Design). No entanto, há pressupostos e critérios – relacionados à legislação, clima e fontes de energia, por exemplo – que nem sempre condizem com o nosso país. –


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Sustainable Buildings / Edifícios Sustentáveis


Sustainable Buildings – As interest in sustainability grows, ISO has a standard aimed at the construction sector. ISO 15392:2008, Sustainability in building construction – General Principles, provides a common basis for communication between stakeholders such as builders and architects, product manufacturers and designers, building owners, policy makers and regulators, housing authorities and consumers. The standard is based on the idea of sustainability and takes a ‘cradle – to – grave’ approach. It forms the basis for a suite of standards intended to address specific issues and aspects of sustainability.

Edifícios Sustentáveis – Como o interesse em sustentabilidade cresce, ISO (International Organazition for Standardization) possui uma norma voltada para o setor de construção. ISO 15392:2008, Sustentabilidade na Construção Civil – Princípios Gerais, fornece uma base comum para a comunicação entre as partes interessadas, tais como os construtores e arquitetos, fabricantes de produtos e designers, proprietários de imóveis, gestores políticos e reguladores, autoridades da habitação e dos consumidores. A norma se baseia na idéia de sustentabilidade e adota o conceito ‘do berço ao túmulo’. Constitui a base para um conjunto de normas destinadas a tratar de questões específicas e os aspectos da sustentabilidade.

More information / Mais Informações:
http://www.iso.org/iso/iso_catalogue/catalogue_tc/catalogue_detail.htm?csnumber=40435

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Scientific Project: Biomaterial / Projeto Científico: Biomaterial

First test done only on a trial basis. No standard was observed.

Primeiro ensaio feito apenas à título de Experiência. Nenhuma norma foi observada.

Figura 1 – Pátio de estocagem de lodo da ETE Barueri / sludge from ETE Barueri Wastewater Treatment Plant.

Figura 2 – Acondicionamento de lodo / sludge from ETE Barueri Wastewater Treatment Plant.

Figura 3 – Acondicionamento de lodo / sludge from ETE Barueri Wastewater Treatment Plant.

Figura 4 – Areia resultante do tratamento de esgotos / Sand resulting from sewage treatment.

Figura 5 – Processo de queima a alta temperatura / Burning process at high temperature.

Figura 6 – Aferição de Temperatura / Measuring Temperature.

Figura 7 – Biomaterial tomando forma / Biomaterial taking shape.

Figura 8 – Eliminação de orgânicos e patógenos (inertização) / Removal of organic matter and pathogens.

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CBCS – Oficina 2010

O CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável prepara a sua primeira oficina de 2010 que será realizado no dia 02 de março das 14h ás 18h com objetivo de discutir e identificar as diretrizes de atuação perante as áreas de risco que impactam no ambiente construído como áreas de riscos geológicos, áreas de riscos de inundação e enchentes, áreas de riscos provocados pela ação humana e riscos decorrentes de eventos climáticos extremos.  Maiores informações: http://www.cbcs.org.br/

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ecomarketing / greenwashing – Portuguese Edition

GREEN BUILDING é um negócio em rápido crescimento, sendo que os gastos neste setor deverão atingir o patamar de 140 bilhões de dólares até 2013 só nos Estados Unidos. No entanto, nem todos os edifícios com um selo de sustentabilidade são tão verdes quanto acham que são. O Edifício Federal em Youngstown, Ohio, EUA, por exemplo, possui a certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental). Mas uma auditoria de 2008 mostrou que não tinha pontuação alta o suficiente para se qualificar para o Selo endossado pela Environmental Protection Agency´s Energy (Agência de Energia e Proteção Ambiental), o Star Label, que classifica a eficiência de um edifício com base em várias medições de desempenho real. Muitos proprietários de edifícios simplesmente não percebem que, só porque um edifício foi projetado para ser eficiente em termos energéticos, significa que ele será, diz Mike Zats, gerente da Energy Star Commercial Buildings, Washington, DC, EUA. Parte do problema pode-se resumir à comunicação básica – ou a falta dela – durante a concepção do projeto, as fases de construção e de processos, de acordo com uma empresa de gestão de construção em Glastonbury, Connecticut, EUA. Um sistema de energia pode ser projetado para um edifício que está previsto para ser ocupado durante oito horas por dia, por exemplo, mas depois acaba sendo usado por quinze ou dezesseis horas. (Campbell, 2007)
Ele ainda pode ser eficiente, mas o designer poderia fazer escolhas diferentes, se essa informação fosse claramente exposta no início do processo. Assim, quando o projeto estiver concluído, até a construção projetada da forma mais eficiente pode se transformar em um dreno energético. Não há maneira de saber se o prédio é eficiente em termos energéticos, a menos que se meça o que raramente é feito. No entanto, eles podem começar a pensar em fazê-lo se sua certificação puder ser revogada. “Talvez a placa devesse ser instalada com parafusos removíveis,” disse Henry Giffotd, um consultor de energia ao The New York Times. “Uma vez que a placa está colada, não há nenhum incentivo para se aprimorar.
(the buzz, 2009).


Conclusão
A comunicação é talvez o aspecto mais importante de qualquer projeto. Os líderes do projeto devem saber se comunicar. (Campbell, 2007) Comunicação clara antes de o edifício de fato ser projetado, e uma abordagem diferente na certificação de edifícios, não importa qual a organização que irá endossar tal certificação, poderiam ser parte da solução.

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Fontes / Sources

Campbell, C. A. (2007). The One Page Progect Manager: comunicate and manage a project with a single sheet of paper. Hoboken, NJ, USA: John Wiley & Sons, Inc.

Mind the Gap. (2009). PM Network
, 23 (12), 12-13.


ecomarketing / greenwashing – English Edition

GREEN BUILDING is a rapidly growing business, with spending in this sector expected to climb as high as US$ 140 billion by 2013 in the United States alone. However, not all those buildings with a sustainability Seal of approval may be as green as they seem. The Federal Building in Youngstown, Ohio, USA, for example, is certified LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). But a 2008 audit showed it didn´t score high enough to qualify for the Environmental Protection Agency´s Energy Star Label, which ranks a building’s efficiency based on several measurements of actual performance. Many building owners simply don´t realize that just because a building was designed to be energy-efficient, it does not mean it will be, says Mike Zats, manager of Energy Star Commercial Buildings, Washington, D.C, USA. Part of the problem may come down to basic communication – or lack thereof – between the design, constructional and operational phases, according to a construction management firm in Glastonbury, Connecticut, USA. An energy system may be design for a building that’s slated to be occupied eight hours a day, for example – but then ends up being used for 15 or 16 hours. It still may be efficient, but the designer may have made different choices if that information was made clear in the process. So, once the Project is complete, even the most efficiently designed building can turn into a power drain. There is no way to know whether your building is energy-efficient unless you measure it, which is rarely done. They might start if they thought their certification could be revoked, though. “Maybe the plaque should be installed with removable screws,” Henry Giffotd, an energy consultant told The New York Times. “Once the plaque is glued on, there’s no incentive to do better.” (the buzz, 2009).


Conclusion

Communication is perhaps the most important aspect of any Project. Project leaders must communicate. (Campbell, 2007) Good Project Management communication skills applied before the building starts being designed and a different approach in giving a building a seal of approval, no matter which organization will endorse such approval, might be part of the solution.

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Fontes / Sources

Campbell, C. A. (2007). The One Page Progect Manager: communicate and manage a project with a single sheet of paper. Hoboken, NJ, USA: John Wiley & Sons, Inc.

Mind the Gap. (2009). PM Network
, 23 (12), 12-13.

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